“um mini PC gamer com alma de console portátil, potência de sobra e preço que chega no Brasil usando armadura de chefão final.”
“O Jogo do Predador é um thriller sólido, bonito e tenso, mas que poderia ter cravado as garras com mais força.”
“Máquina de Guerra é uma pancadaria sci-fi eficiente da Netflix: não reinventa o gênero, mas entrega Alan Ritchson contra uma ameaça alienígena com energia de boss fight militar.”
“Saros é um espetáculo sci-fi da Housemarque: intenso, bonito e viciante, com gameplay afiado o suficiente para transformar cada morte em combustível para “só mais uma tentativa”